A circulação de bicicletas elétricas e autopropulsados entrou na mira da fiscalização de forma severa. Em operações recentes, a Guarda Municipal tem realizado a apreensão de diversos veículos que circulam em desacordo com a legislação vigente. O que muitos proprietários não esperavam era o alto custo para recuperar o bem: entre taxas de reboque, diárias de pátio e multas, o valor total para ter a "bike" de volta pode chegar à casa dos R$ 4 mil.
O principal motivo das apreensões é o descumprimento das normas do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Muitos desses veículos, embora vendidos como bicicletas, possuem potência ou características técnicas que os enquadram como ciclomotores. Nesses casos, a exigência de habilitação (ACC ou categoria A), uso de equipamentos de segurança específicos e o registro do veículo tornam-se obrigatórios.
Para os donos, a surpresa vem em forma de boleto. Além da infração de trânsito, os custos operacionais do depósito costumam ser elevados, superando, em alguns casos, o valor de mercado do próprio veículo. As autoridades reforçam que a medida visa garantir a segurança de pedestres e dos próprios condutores, evitando acidentes em calçadas e vias de fluxo intenso.
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