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Quinta-feira, 2 de abril de 2026

Itabira

Renascimento Renal: Paciente celebra vitória ao receber alta da hemodiálise após tratamento intensivo em Itabira

Com foco no "tripé da recuperação" — máquina, medicação e dieta — o itabirano Nestor torna-se símbolo de esperança para quem enfrenta a insuficiência renal aguda.

Erica Cristina
Por Erica Cristina
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Renascimento Renal: Paciente celebra vitória ao receber alta da hemodiálise após tratamento intensivo em Itabira
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ITABIRA – Histórias de superação costumam ecoar pelos corredores do Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD), mas o caso de Nestor trouxe um brilho especial à unidade de nefrologia nesta semana. Após um período de incertezas e sessões rigorosas, o paciente recebeu a tão sonhada alta do tratamento de hemodiálise, provando que a disciplina aliada ao cuidado humanizado pode transformar diagnósticos delicados.

Nestor chegou ao serviço em um estado de saúde crítico, apresentando anemia severa e um quadro de insuficiência renal aguda. O início, como ele mesmo recorda, foi marcado pelo medo do desconhecido. "No começo, eu ficava muito nervoso e estressado. Mas ver outras pessoas ali, conversando e lutando juntas, me ajudou a entender que eu não estava sozinho", relata.

O segredo da recuperação

De acordo com a nefrologista Dra. Juliana Duarte, o sucesso do tratamento de Nestor não foi fruto do acaso, mas de um compromisso mútuo entre a equipe médica e o paciente. A médica explica que a recuperação aconteceu em etapas: primeiro o controle da anemia, depois o retorno da diurese (capacidade de urinar) e, finalmente, a estabilização da função renal.

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A especialista enfatiza que a hemodiálise funciona como um suporte, mas a eficácia real depende de um "tripé": o uso correto das máquinas, a administração rigorosa dos medicamentos e uma dieta restritiva.

Vida nova, cuidados mantidos

Embora não precise mais das sessões de diálise, a jornada de Nestor entra agora em uma fase de monitoramento. Por se tratar de uma condição renal crônica, o acompanhamento ambulatorial continua sendo indispensável para evitar retrocessos.

Para os colegas que ainda permanecem conectados às máquinas, Nestor deixa um legado de otimismo: “Espero que minha história incentive outras pessoas a não desistirem. A alta é possível quando a gente assume o protagonismo da nossa saúde”.

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