A Justiça de Minas Gerais decidiu nesta quarta-feira (28) que Renê da Silva Nogueira Júnior será submetido a júri popular pelo homicídio do gari Laudemir de Souza Fernandes, morto durante o serviço de coleta de lixo em Belo Horizonte.
A decisão foi assinada pela juíza Ana Carolina Rauen Lopes de Souza, da comarca da capital mineira, que manteve a prisão preventiva do acusado e negou o pedido da defesa para que o processo tramitasse em sigilo.
Além do homicídio, Renê Júnior também foi pronunciado pelo crime de ameaça contra Eledias Aparecida Rodrigues, motorista do caminhão de lixo envolvido na ocorrência.
O réu ainda pode recorrer da decisão. Caso a pronúncia seja confirmada em segunda instância pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), o julgamento pelo Tribunal do Júri será agendado.
Relembre o caso
De acordo com o boletim de ocorrência, o crime aconteceu por volta das 9h do dia 11 de agosto de 2025, na Rua Modestina de Souza, no bairro Vista Alegre, na Região Oeste de Belo Horizonte.
Renê conduzia um carro da marca BYD, de cor cinza, no sentido contrário da via, quando se irritou com o caminhão de coleta de lixo, alegando que o veículo atrapalhava o trânsito.
Armado, ele apontou a arma para a motorista e fez ameaças, dizendo que iria atirar no rosto dela. Em seguida, ultrapassou o caminhão, parou o carro, desceu com a arma em mãos, deixou o carregador cair, recolocou-o e efetuou disparos contra o gari.
O tiro atingiu a região das costelas do lado direito, atravessou o corpo e ficou alojado no antebraço esquerdo da vítima. Laudemir não resistiu aos ferimentos e morreu.
Renê da Silva Nogueira Júnior foi preso horas depois, ao chegar a uma academia em Belo Horizonte.
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