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O chimpanzé Serafim morreu aos 38 anos no Zoológico de Belo Horizonte nesta quinta-feira (17). Conhecido por gerações de visitantes, o animal vivia no local havia mais de 26 anos e recebia acompanhamento veterinário devido a problemas de saúde.
Segundo informações divulgadas pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), Serafim foi submetido à eutanásia após uma avaliação realizada por uma comissão técnica formada por especialistas do município e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Serafim sofreu lesão cerebral após quadro de hipoglicemia
A situação do chimpanzé havia se agravado nos últimos dias. Na quarta-feira (16), a Prefeitura informou que exames de imagem identificaram uma lesão cerebral após Serafim apresentar um quadro severo de hipoglicemia.
Com a evolução do problema e diante da avaliação de que o quadro clínico era irreversível, profissionais responsáveis pelo acompanhamento do animal analisaram as possibilidades disponíveis.
De acordo com a administração municipal, também havia preocupação com a impossibilidade de controlar eventuais dores. A comissão técnica recomendou, então, a realização da eutanásia como medida para evitar o prolongamento do sofrimento do animal.
O procedimento ocorreu sob acompanhamento veterinário.
Chimpanzé tratava diabetes desde 2016
Serafim já enfrentava um tratamento de saúde prolongado. O chimpanzé tinha diabetes e recebia acompanhamento específico desde 2016.
Os cuidados incluíam monitoramento da glicose, uso de medicamentos e uma alimentação preparada de acordo com suas necessidades. A rotina exigia acompanhamento frequente dos profissionais responsáveis pelos animais do Zoológico de Belo Horizonte.
O tratamento do chimpanzé chegou a despertar a curiosidade dos visitantes ao longo dos anos, especialmente pelas adaptações necessárias em sua alimentação e pelos cuidados adotados para controlar a doença.
Mais de duas décadas no Zoológico de BH
Serafim chegou ao Zoológico de Belo Horizonte há mais de 26 anos e se tornou um dos animais conhecidos pelo público que frequentava o espaço.
Ele completaria 39 anos. Após a confirmação da morte, a Prefeitura de Belo Horizonte destacou o trabalho realizado pelas equipes que acompanharam o chimpanzé durante sua permanência no zoológico e agradeceu aos profissionais envolvidos nos cuidados com o animal.
A trajetória de mais de duas décadas fez com que Serafim fosse acompanhado por diferentes gerações de visitantes do Zoo de BH.
Decisão teve participação de especialistas da UFMG
A decisão de realizar o procedimento não ficou restrita à equipe do zoológico. Conforme informado pela Prefeitura, especialistas da UFMG também participaram da comissão responsável pela avaliação do quadro.
A medida foi adotada após a equipe considerar o agravamento da condição clínica e o prognóstico apresentado pelo chimpanzé.
Fonte: informações divulgadas pela Prefeitura de Belo Horizonte e publicadas inicialmente pela Rádio Itatiaia.
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