Aguarde, carregando...

Quarta-feira, 22 de Julho 2026
Itabira

Prefeitura de Itabira e professor divergem sobre recursos para concluir Escola do Barreiro

Subsecretário Juber Madeira afirma que contrato tem R$ 2,1 milhões de saldo; sindicato cobra retorno sobre deslocamento de professores

Erica Cristina
Por Erica Cristina
/ 27 acessos
Prefeitura de Itabira e professor divergem sobre recursos para concluir Escola do Barreiro
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

Discussão sobre prazo e recursos para concluir a Escola do Barreiro movimenta reunião de comissões na Câmara de Itabira.

Um impasse antigo voltou à tona nesta terça-feira (21) na Câmara Municipal de Itabira: a situação da Escola Municipal Antônio Camilo Alvim, no bairro Barreiro, segue sem data de conclusão. O professor Giovanni Magno Lopes questionou o rompimento do contrato com a Ultra Engenharia, alegando que o poder público estaria trazendo uma nova construtora sem garantir dinheiro suficiente para finalizar a reforma, que já se arrasta há três anos.

Em resposta, o subsecretário de Governo, Juber Madeira, classificou as declarações como inverídicas e apresentou números sobre a situação financeira da obra.

Publicidade

Segundo ele, R$ 2,143 milhões ainda restam no contrato atual, somados a outros R$ 3,2 milhões disponíveis como reforço — recursos que, segundo o subsecretário, garantem a conclusão da reforma.

Nova empresa deve iniciar obras na próxima semana

Juber informou que a empresa Ápice, nova responsável pela reforma, deve iniciar os trabalhos já na próxima semana, mantendo a expectativa de entrega da escola em até nove meses — prazo que havia sido divulgado na semana anterior pela secretária municipal de Educação, Rejane Penna Rodrigues, durante prestação de contas.

Você sabia? A rescisão de contratos públicos por descumprimento de prazos, como aconteceu com a Ultra Engenharia, costuma acionar cláusulas que preservam o saldo remanescente para uso pela administração na contratação de uma nova empresa responsável pela continuidade da obra.

Sindicato cobra resposta sobre deslocamento

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Servidores Públicos Municipais de Itabira (Sintsepmi), Grazi Cachapuz, reforçou as críticas à gestão municipal durante a reunião, afirmando que a situação da escola, inicialmente tratada como temporária, já ultrapassa um ano.

Segundo ela, os professores têm percorrido cerca de 20 quilômetros por dia até a unidade substituta, no bairro Candidópolis, arcando com os custos do deslocamento sem qualquer retorno da Secretaria de Educação.

O vereador Júlio César de Araújo Contador, do Progressistas, também comentou o caso. Segundo ele, o encerramento do contrato com a Ultra Engenharia se deu por dificuldades da empresa em manter mão de obra e cumprir prazos em diferentes contratos com o município, conforme apurado junto ao secretário municipal de Obras, Anderson Alves.

Expectativa para o retorno das aulas

De acordo com o parlamentar, a Ápice já começou a preparação do canteiro de obras, com expectativa de que os alunos retornem à sede original da escola no início do próximo ano letivo.

Ao final da reunião, Juber Madeira criticou o uso das comissões da Câmara como espaço de disputa política em ano eleitoral e defendeu mais espaço para que representantes do governo respondam a críticas apresentadas durante os encontros.

Para mais notícias sobre a Câmara Municipal e a cidade, participe do nosso grupo de WhatsApp: clique aqui e entre agora.

Leia Também:

Erica Cristina

Publicado por:

Erica Cristina

Saiba Mais
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR