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A Polícia Militar prendeu na manhã desta sexta-feira (4) um suspeito de envolvimento na morte de Alef Santos Muniz, de 18 anos, em Itabira. A prisão ocorreu poucas horas depois do homicídio registrado no bairro Barreiro.
O jovem foi morto na noite de quinta-feira (3), na rua Joaquim Costa, nas proximidades da entrada de um condomínio residencial. Depois do crime, equipes do 26º Batalhão da Polícia Militar iniciaram uma operação para tentar identificar e localizar o possível responsável.
Buscas avançaram durante a madrugada em Itabira
As diligências começaram ainda na noite de quinta-feira e continuaram durante a madrugada. O trabalho terminou nas primeiras horas desta sexta-feira, quando o homem apontado como suspeito foi localizado e preso pelos militares.
Após a prisão, ele foi conduzido para a sede do 26º Batalhão da PM. A previsão é que posteriormente seja apresentado à Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), responsável pela continuidade das investigações.
A prisão representa uma nova etapa da apuração. A participação do suspeito no homicídio e as circunstâncias do crime ainda deverão ser esclarecidas durante a investigação policial.
Jovem foi chamado antes dos disparos, apontam informações iniciais
O homicídio aconteceu por volta das 19h30. Conforme os levantamentos iniciais divulgados sobre a ocorrência, Alef teria sido chamado para sair de casa.
Quando o jovem se aproximou, foram efetuados vários disparos de arma de fogo. O responsável pelos tiros deixou o local logo depois. A ocorrência mobilizou a Polícia Militar e deu início às buscas que prosseguiram pelas horas seguintes.
Alef não resistiu e morreu no local. O caso passa agora a ser investigado para esclarecer a sequência dos acontecimentos e determinar a responsabilidade pelo crime.
Polícia apura possível motivação do homicídio
Uma das linhas consideradas inicialmente envolve a informação de que Alef teria participado de um desentendimento na quarta-feira (2), um dia antes de ser morto.
Até o momento, entretanto, não existe confirmação oficial de que esse episódio tenha provocado o homicídio. A informação deverá ser apurada pela Polícia Civil, juntamente com outros elementos reunidos durante as investigações.
Testemunhos e demais evidências eventualmente recolhidas poderão ajudar os investigadores a reconstruir os acontecimentos anteriores ao crime.
Investigação continua após prisão do suspeito
A prisão de uma pessoa investigada não encerra a apuração de um homicídio. Caberá à Polícia Civil reunir elementos para esclarecer a autoria, a motivação e as demais circunstâncias do caso.
Também é importante destacar que, nesta fase, o homem é tratado como suspeito. Uma eventual responsabilização criminal depende do andamento da investigação e dos procedimentos previstos na legislação.
Novas informações sobre a ocorrência poderão ser divulgadas pelas autoridades responsáveis ao longo desta sexta-feira.
Com informações da Polícia Militar .