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O homem suspeito de matar a ex-companheira Adriana Meirelles, de 39 anos, em Guará, no interior de São Paulo, foi preso na manhã de segunda-feira (14). Jeferson Gonçalves da Silva, de 40 anos, foi localizado dois dias depois do crime.
Segundo as informações divulgadas sobre a ocorrência, policiais militares abordaram o suspeito na Rodovia Prefeito Fábio Talarico (SP-345), em Ipuã. O veículo utilizado por ele teria sido identificado anteriormente por um sistema de monitoramento em Barretos.
Após a abordagem, Jeferson foi conduzido à Delegacia de Ipuã para os procedimentos policiais. Até a última atualização consultada, não havia informação pública sobre a manifestação da defesa.
Crime aconteceu na manhã de sábado
Adriana foi atacada durante uma discussão com o ex-marido na manhã de sábado (12), na Rua Capitão Antônio dos Santos, em Guará. Imagens de câmeras de segurança registraram parte da ocorrência.
A vítima recebeu atendimento e foi encaminhada à Santa Casa de Guará, mas não resistiu. Uma medida protetiva concedida contra o suspeito foi encontrada no compartimento da motocicleta de Adriana.
De acordo com as informações registradas inicialmente, o homem teria retirado a motocicleta da vítima da rua antes de deixar o local. A Polícia Militar realizou buscas em diferentes endereços, mas ele não foi encontrado naquele momento.
Relacionamento havia terminado
Adriana e Jeferson foram casados durante aproximadamente dez anos e tinham uma filha. O relacionamento havia terminado, mas, segundo informações reunidas durante a ocorrência, o suspeito não aceitava a separação.
A existência de uma medida protetiva passa a integrar o conjunto de informações que deverá ser analisado na investigação. O documento é uma determinação judicial destinada a proteger pessoas em situação de violência doméstica ou familiar.
O caso deverá ser investigado pelas autoridades como feminicídio. Caberá à Polícia Civil reunir depoimentos, imagens, documentos e demais elementos para esclarecer todas as circunstâncias. A responsabilidade criminal será definida pela Justiça, com garantia do direito de defesa.
Como denunciar violência contra a mulher
Mulheres em situação de violência podem procurar uma delegacia ou ligar para a Central de Atendimento à Mulher pelo número 180. O serviço funciona gratuitamente e oferece orientações sobre direitos e locais de atendimento.
Em situações de emergência ou quando houver risco imediato, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190. Familiares, amigos e vizinhos também podem comunicar episódios de violência às autoridades.
Fonte: informações divulgadas pelo Portal Sampi e atualização publicada pela ORC FM em 14 de setembro de 2026.