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Três policiais militares ficaram feridos após uma viatura da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) se envolver em uma colisão com uma Fiat Toro em João Monlevade. O acidente aconteceu no domingo (30), no bairro Sion.
Após a ocorrência, o motorista da caminhonete foi preso. Conforme informações divulgadas pela Polícia Militar, ele recusou realizar o teste do etilômetro e teria apresentado sinais de alteração da capacidade psicomotora.
O homem foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de João Monlevade.
Colisão aconteceu em cruzamento no bairro Sion
O acidente foi registrado no cruzamento da Avenida David Roosevelt Linhares com a Rua Iriri.
De acordo com informações atribuídas à 17ª Companhia de Polícia Militar Independente, o motorista da Fiat Toro teria entrado no cruzamento sem respeitar a sinalização de parada obrigatória.
Na sequência, a caminhonete atingiu a viatura policial que trafegava pela avenida. As circunstâncias da ocorrência deverão ser consideradas pelas autoridades responsáveis durante os procedimentos relacionados ao caso.
Três policiais foram levados ao Hospital Margarida
Três militares que estavam na viatura sofreram ferimentos em decorrência da colisão. Eles foram encaminhados ao Hospital Margarida, em João Monlevade, onde receberam atendimento médico.
As informações divulgadas não detalham a gravidade dos ferimentos nem o estado de saúde dos policiais após o atendimento.
Segundo a corporação, os condutores dos dois veículos envolvidos não ficaram feridos.
Motorista recusou teste do etilômetro
Durante o atendimento da ocorrência, os policiais solicitaram que o motorista da Fiat Toro realizasse o teste do etilômetro. Conforme o registro policial, ele recusou o procedimento.
A PM informou ainda que o homem apresentava sinais considerados compatíveis com alteração da capacidade psicomotora. O próprio motorista teria relatado aos militares que havia consumido bebida alcoólica antes de dirigir.
Diante das circunstâncias registradas pelos policiais, o condutor recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de João Monlevade para as providências cabíveis.
Recusa ao bafômetro não impede outras formas de constatação
A legislação brasileira prevê consequências administrativas para o motorista que se recusa a realizar teste destinado a verificar a influência de álcool. A recusa ao etilômetro, entretanto, não significa automaticamente que houve comprovação de embriaguez pelo aparelho.
Em situações envolvendo suspeita de alteração da capacidade psicomotora, as autoridades podem registrar outros elementos observados durante a ocorrência. A eventual responsabilização criminal depende das circunstâncias e das provas reunidas em cada caso.
Por isso, é importante diferenciar a recusa ao teste da constatação feita pelo etilômetro e das demais evidências que podem integrar uma ocorrência policial.
Acidente será apurado
Após a prisão, o motorista ficou à disposição das autoridades competentes. A apuração poderá esclarecer todos os elementos relacionados à dinâmica da colisão e às circunstâncias verificadas durante a abordagem.
O caso também chama atenção para os riscos de associar consumo de bebida alcoólica e direção. Além de colocar o próprio motorista em risco, a conduta pode atingir passageiros, pedestres e outros usuários das vias.
Fonte: informações divulgadas pela Polícia Militar de Minas Gerais