Apesar do anúncio de uma recompensa histórica, ninguém recebeu os US$ 50 milhões prometidos pela captura de Nicolás Maduro. A informação foi confirmada por autoridades dos Estados Unidos, após a prisão do presidente da Venezuela no início de janeiro de 2026.
A recompensa havia sido anunciada oficialmente pelo governo norte-americano em agosto de 2025, como parte de uma estratégia para pressionar o regime venezuelano e estimular informações que levassem à prisão ou condenação de Maduro por acusações ligadas ao narcotráfico e crimes transnacionais.
Operação sem pagamento de prêmio
Segundo informações divulgadas por autoridades norte-americanas, a captura de Maduro ocorreu por meio de uma operação direta de inteligência e ação militar, sem o uso de denúncias remuneradas. Por esse motivo, o governo dos EUA decidiu não efetuar o pagamento da recompensa, já que não houve um informante elegível ao prêmio.
Declarações públicas atribuídas ao então presidente Donald Trump e a membros do alto escalão do governo indicam que a operação foi conduzida integralmente por agentes americanos, o que teria tornado desnecessário o desembolso do valor prometido.
Recompensa histórica
O montante de US$ 50 milhões foi considerado o maior já oferecido pelos Estados Unidos contra um chefe de Estado estrangeiro em exercício. O anúncio teve ampla repercussão internacional e elevou ainda mais a tensão diplomática entre Washington e Caracas.
Situação atual
Até o momento, não há confirmação oficial sobre:
Quem participou diretamente da operação;
Onde Maduro permanece detido;
Quais serão os próximos passos judiciais ou diplomáticos envolvendo a Venezuela.
A decisão de não pagar a recompensa gerou debates nas redes sociais e entre analistas internacionais, que questionam os impactos da medida sobre futuras cooperações e denúncias envolvendo programas de recompensas dos EUA.