A Polícia Militar de Minas Gerais, por meio da 17ª Companhia PM Independente, registrou na manhã deste sábado (20) o encontro do corpo de um homem de 47 anos em uma residência na Rua Vinícius de Moraes, no bairro Santo Hipólito, em João Monlevade. A ocorrência foi registrada às 8h35.
Segundo o boletim da corporação, os militares foram acionados para comparecer ao endereço, onde a vítima foi encontrada caída na escadaria de acesso à residência. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) esteve no local e constatou o óbito. De acordo com o registro policial, o corpo apresentava sinais de rigidez cadavérica e uma lesão na região torácica esquerda.
Perícia não identifica sinais recentes de violência
A perícia técnica da Polícia Civil realizou os procedimentos de praxe no local e informou, de forma preliminar, que não foram constatados sinais recentes de violência associados à morte. Foram verificadas lesões antigas, sem sangramento ativo, no tórax e no punho da vítima. Após a conclusão dos trabalhos periciais, o corpo foi liberado e encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML).
Conforme o boletim policial, familiares relataram às equipes que a vítima havia consumido bebida alcoólica na noite anterior ao óbito e que vinha enfrentando problemas pessoais, acompanhados de um aumento no consumo de álcool nos últimos tempos. Os familiares também informaram que uma das lesões verificadas pela perícia teria ocorrido dias antes do óbito, em um episódio isolado.
Como funciona o trabalho da perícia em casos de óbito em residência
Em ocorrências de óbito em via pública ou dentro de residências sem testemunhas diretas, o procedimento padrão envolve o acionamento conjunto do SAMU, da Polícia Militar e da perícia técnica da Polícia Civil. Cabe à perícia avaliar o local, registrar lesões e sinais corporais, e emitir um parecer preliminar sobre a existência ou não de indícios de violência recente. O corpo segue então para o IML, onde é realizado o exame necroscópico que vai apontar, com mais precisão, a causa da morte.
Esse fluxo é o mesmo aplicado em João Monlevade e nos demais municípios do Vale do Aço atendidos pela 17ª Companhia PM Independente, responsável pelo policiamento da região.
Entenda o caso
Até o momento, as informações oficiais confirmam apenas o óbito da vítima na residência, sem sinais recentes de violência apontados pela perícia preliminar. A causa definitiva da morte depende do laudo do Instituto Médico-Legal. O Só Notícias Online não tem acesso a informações adicionais além do boletim divulgado pela Polícia Militar e não especula sobre a causa da morte além do que foi oficialmente registrado.
Com informações da Polícia Militar de Minas Gerais.
Por Redação Só Notícias Online
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