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Uma adolescente de 12 anos precisou receber atendimento médico após ser agredida nas proximidades de uma escola em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Uma mulher de 20 anos é apontada como suspeita da agressão.
De acordo com informações da Polícia Militar, a adolescente sofreu ferimentos no rosto, na cabeça e em um dos braços. A corporação informou ainda que foi constatado traumatismo craniano, o que exigiu o encaminhamento da vítima para atendimento médico.
Confusão teria começado após brincadeira entre estudantes
As informações levantadas inicialmente pela Polícia Militar indicam que o episódio teria relação com uma brincadeira conhecida como “mão negra”, envolvendo a adolescente e um estudante de 11 anos.
A partir dessa situação, a irmã do menino, uma mulher de 20 anos, teria se envolvido na ocorrência e é apontada como autora das agressões contra a adolescente.
Os militares realizaram buscas, mas a suspeita não havia sido localizada até o registro das informações divulgadas sobre o caso. A ocorrência deverá ser investigada pela Polícia Civil, responsável por esclarecer as circunstâncias e eventuais responsabilidades.
Prefeitura diz que agressão ocorreu fora da escola
A Prefeitura de Nova Lima informou que o episódio não aconteceu dentro da unidade escolar. Segundo o município, o Conselho Tutelar e as forças de segurança estão acompanhando o caso.
A informação sobre o local da ocorrência é importante para diferenciar o episódio de uma agressão ocorrida dentro do ambiente escolar. Mesmo assim, por envolver estudantes e uma vítima menor de idade nas proximidades da unidade, o caso mobilizou a rede de proteção.
Proteção de crianças e adolescentes
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece que crianças e adolescentes têm direito à integridade física, psíquica e moral e devem ser protegidos de situações de violência, crueldade e opressão.
Em ocorrências envolvendo menores de idade, órgãos como Conselho Tutelar, forças de segurança e serviços municipais podem atuar de acordo com as circunstâncias do caso. A investigação policial deverá determinar como a agressão aconteceu e reunir elementos para as providências cabíveis.
Por se tratar de uma adolescente, a identidade da vítima não é divulgada.