Bombeiros resgatam trabalhadores presos em plataforma em Divinópolis após defeito em equipamento de serviço em altura nesta sexta-feira (21).
Dois trabalhadores precisaram ser resgatados pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) após ficarem presos em uma plataforma de trabalho a cerca de oito andares de altura, na manhã desta sexta-feira (21), em Divinópolis.
A ocorrência foi atendida por três viaturas da corporação, por volta das 8h, na Rua Itapecerica, no Centro da cidade.
Os homens realizavam serviços em altura quando a plataforma apresentou um defeito e os deixou presos aos equipamentos de proteção individual. Diante da situação, os bombeiros acessaram o local onde estavam os trabalhadores e fizeram a retirada dos dois com segurança.
Apesar da altura e do problema apresentado pelo equipamento, nenhum dos trabalhadores ficou ferido.
Após o resgate, os militares também atuaram na plataforma para reduzir o risco de que parte da estrutura pudesse se desprender e atingir pessoas ou bens que estivessem no nível da rua.
Como funcionam os resgates em altura realizados pelo Corpo de Bombeiros
Resgates em plataformas suspensas exigem protocolo específico, já que qualquer movimento brusco pode comprometer a estabilidade do equipamento. As equipes especializadas em salvamento em altura utilizam cordas, cintos de segurança e pontos de ancoragem próprios para acessar a vítima sem depender do funcionamento do equipamento avariado.
Após a retirada das vítimas, é comum que os bombeiros também neutralizem o risco remanescente da estrutura danificada, isolando a área ou fixando partes soltas — como ocorreu neste caso em Divinópolis — para evitar acidentes secundários com pedestres ou veículos na via.
Manutenção de equipamentos é fator central na segurança do trabalho em altura
Serviços em altura estão entre as atividades de maior risco no setor da construção civil e manutenção predial, exigindo inspeção periódica de equipamentos como plataformas elevatórias e sistemas de proteção individual. Defeitos mecânicos em plataformas suspensas, mesmo quando não resultam em ferimentos, costumam levar à abertura de investigação interna pela empresa responsável para apurar a causa da falha e evitar reincidências.