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Um jovem de 20 anos foi morto a tiros na madrugada desta quinta-feira (29), na Rua Barão de Cocais, em João Monlevade. Segundo familiares, os disparos foram ouvidos logo depois que ele saiu de casa. Imagens de monitoramento registraram um carro cinza passando pelo local no momento do crime.
João Monlevade (MG) – Um jovem de 20 anos morreu após ser atingido por disparos de arma de fogo na madrugada desta quinta-feira (29), na Rua Barão de Cocais, em João Monlevade. A Polícia Militar foi acionada pela Central de Operações por volta de 0h56.
Ao chegar ao endereço, os militares da 17ª Companhia Independente da PM encontraram a vítima caída no chão, com perfurações provocadas pelos tiros. Uma equipe do Samu foi chamada e constatou a morte ainda no local.
De acordo com o relato de familiares à polícia, os disparos foram ouvidos logo depois que o rapaz saiu de casa. Até a publicação desta reportagem, a autoria e a motivação do crime não haviam sido esclarecidas, e ninguém havia sido preso.
Câmeras registraram carro cinza
A Polícia Militar analisou imagens de câmeras de monitoramento da região. Segundo a corporação, as gravações mostram que um veículo cinza passou pela rua no momento do crime. A PM não divulgou o modelo do carro nem a placa.
A área foi isolada para o trabalho da perícia, que recolheu um projétil no local. Depois dos trabalhos, o corpo foi liberado para os procedimentos legais. A PM informou que mantém rastreamento e diligências para identificar os responsáveis.
Material encontrado no quarto da vítima
Durante uma vistoria autorizada pela família no quarto do jovem, os policiais encontraram uma porção de substância semelhante à maconha, duas balanças de precisão e uma folha de caderno com anotações que, segundo a PM, fazem referência ao comércio ilegal de drogas. Um aparelho celular também foi apreendido.
A polícia não informou se o material tem relação com a morte. A linha de investigação e a motivação do crime ainda serão apuradas, e os itens foram encaminhados às autoridades responsáveis pelo caso.
Como a investigação deve seguir
Em Minas Gerais, a Polícia Militar faz o primeiro atendimento e o registro da ocorrência, e a investigação de homicídios fica a cargo da Polícia Civil, que instaura um inquérito para apurar autoria e circunstâncias.
Nesse tipo de caso, o projétil recolhido pode passar por exame de balística, que ajuda a identificar o tipo de arma usada e, em alguns casos, a ligá-la a outros crimes. As imagens de câmeras de residências e comércios da região também costumam ser reunidas para tentar refazer o trajeto do veículo suspeito.
O celular apreendido pode ser analisado ao longo da investigação. Para acessar o conteúdo do aparelho, como mensagens e registros de chamadas, normalmente é necessária autorização da Justiça.
Como ajudar com informações
Quem tiver informações sobre o crime ou sobre o veículo cinza pode procurar a polícia de forma anônima pelo Disque-Denúncia Unificado, no número 181. A ligação é gratuita e o denunciante não precisa se identificar. Em situações de emergência ou para repassar informações no momento de um fato, o número é o 190.
Outras informações sobre o andamento do caso devem ser divulgadas pela polícia nos próximos dias. O Só Notícias Online acompanha o caso.
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Fonte: Polícia Militar de Minas Gerais – 17ª Companhia Independente (João Monlevade)