Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰
Uma carreta derrapou e bateu em outras duas que estavam estacionadas no trevo de entrada do bairro Metalúrgico, em João Monlevade, na noite de sexta-feira (30). Com o impacto, um dos veículos atingidos quase desceu um barranco. O motorista não se feriu.
JOÃO MONLEVADE (MG) – Uma carreta derrapou e bateu em outras duas carretas estacionadas na Avenida Getúlio Vargas, no trevo de entrada do bairro Metalúrgico, em João Monlevade. O acidente aconteceu por volta das 20h50 de sexta-feira (30).
Segundo o motorista, ele seguia em direção à ArcelorMittal. Logo depois de passar pelo trevo, a carreta derrapou quando ele freou e acabou batendo nos dois veículos parados.
Com a força da batida, uma das carretas atingidas foi empurrada e quase desceu um barranco que fica às margens da via. Ela parou antes da queda, o que evitou um acidente mais grave.
Veja o vídeo abaixo
Uma equipe do Serviço Voluntário de Resgate (Sevor) voltava do Hospital Margarida e passou pelo trecho no momento do acidente. Os socorristas pararam e ofereceram atendimento ao condutor.
De acordo com o Sevor, o motorista não tinha ferimentos e assinou um termo de recusa de atendimento. Até a publicação desta reportagem, não havia informação sobre o tamanho dos danos aos três veículos nem sobre a causa da derrapagem.
O que significa o termo de recusa de atendimento
O termo de recusa é um documento que a vítima de acidente assina quando decide não ser atendida ou levada ao hospital pela equipe de resgate. Ele registra que o socorro foi oferecido e que a pessoa, consciente, preferiu não recebê-lo.
Mesmo quando a pessoa não sente nada logo após a batida, profissionais de saúde recomendam ficar atento nas horas seguintes. Dor no pescoço, nas costas ou na cabeça pode aparecer mais tarde, por causa da adrenalina do momento. Se algum sintoma surgir, o melhor é procurar uma unidade de saúde.
Acidente sem feridos: o que o motorista deve fazer
Quando ninguém se machuca, o Código de Trânsito Brasileiro manda tirar os veículos da pista assim que possível, para não atrapalhar o trânsito. Não fazer isso é infração prevista no artigo 178 do CTB, desde que os veículos tenham condições de ser removidos.
Em Minas Gerais, acidentes sem vítimas podem ser registrados pela internet, na Delegacia Virtual da Polícia Civil. O boletim de ocorrência é importante para acionar o seguro e para resolver depois quem vai pagar pelos danos.
Antes de tirar os veículos, vale fotografar a posição de cada um, as placas, os estragos e a sinalização do local. Também é bom anotar os dados dos outros envolvidos e de testemunhas, se houver.
Frenagem de veículo pesado exige mais espaço
Carretas carregadas precisam de uma distância bem maior que a de um carro para parar. Em curvas, trevos e trechos com desnível, uma freada brusca pode fazer as rodas travarem ou a carroceria sair de traçado, o que aumenta o risco de derrapagem.
Por isso, especialistas em segurança no trânsito recomendam reduzir a velocidade antes de entrar em trevos e rotatórias, e não durante a manobra. Manter distância dos veículos à frente e estar atento a veículos parados na via também ajudam a evitar batidas como essa.
A Avenida Getúlio Vargas tem movimento constante de veículos pesados, principalmente pelo acesso à área industrial da cidade. Por isso, motoristas que passam pelo trevo do Metalúrgico precisam de atenção redobrada, sobretudo à noite.
Veja mais:
Mais notícias de João Monlevade
Mais notícias gerais
Fonte: Vagner Ferreira Rádio (Instagram @vagnerferreiraradio), com informações do Serviço Voluntário de Resgate (Sevor).