Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰
Uma mulher de 46 anos foi vítima de violência doméstica na noite de sábado (07/11), no bairro Jacuí, em João Monlevade. Segundo a Polícia Militar, ela foi agredida com socos e arranhões, teve a roupa rasgada e o carro danificado. O suspeito, um homem de 40 anos, fugiu e ainda não foi localizado.
A PM, por meio da 17ª Companhia Independente, foi acionada por volta das 22h32. Quando os militares chegaram à residência, encontraram a vítima com a roupa rasgada na região do tórax e marcas de arranhões pelo corpo.
Agressão começou após desentendimento
De acordo com o relato registrado pela polícia, o homem começou a agredir a mulher depois de um desentendimento. Ele teria dado socos e arranhões na vítima e rasgado a roupa dela.
Os militares também constataram diversos objetos quebrados dentro do imóvel. O carro da vítima teve o para-brisa e os retrovisores danificados.
Antes de fugir pelos fundos da casa, segundo a PM, o suspeito ameaçou a mulher de morte caso ela acionasse a polícia. Mesmo assim, a ocorrência foi registrada.
Suspeito ainda não foi encontrado
A vítima recusou atendimento médico no local. Os militares fizeram buscas na região para tentar localizar o suspeito, mas não obtiveram informações sobre o paradeiro dele até o fim do registro.
O caso deve ser encaminhado à Polícia Civil, que pode dar continuidade à investigação. A vítima pode pedir medidas protetivas de urgência, previstas na Lei Maria da Penha.
O que diz a lei
A Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) considera violência doméstica não só a agressão física, mas também a violência psicológica, como ameaças, e a patrimonial, que inclui destruir objetos e bens da vítima, como aconteceu nesta ocorrência.
A lei permite que a Justiça conceda medidas protetivas, como o afastamento do agressor da casa e a proibição de se aproximar ou manter contato com a vítima. O descumprimento dessas medidas é crime e pode levar à prisão.
Agressão, ameaça e dano no contexto de violência doméstica são crimes, e a pena pode ser aumentada quando cometidos contra a mulher em razão do gênero.
Como pedir ajuda
A violência doméstica raramente acontece uma única vez. Muitas vezes, as agressões aumentam com o tempo. Por isso, buscar ajuda logo nos primeiros sinais é fundamental.
- Emergência: Polícia Militar, no 190;
- Ligue 180: Central de Atendimento à Mulher, gratuita e sigilosa, funciona 24 horas;
- Delegacia de Mulheres ou qualquer delegacia da Polícia Civil, para registrar ocorrência e pedir medidas protetivas;
- Delegacia Virtual da Polícia Civil de Minas Gerais, que também permite registrar casos de violência doméstica.
Vizinhos, familiares e amigos também podem denunciar. Em caso de agressão em andamento, ligar para o 190 pode salvar uma vida.
Veja mais:
👉 Mais notícias policiais
👉 Notícias de João Monlevade
Fonte: Polícia Militar de Minas Gerais – 17ª Cia PM Ind