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Justiça concede medida protetiva a empresária agredida pelo namorado em Nova Lima

Pollyana Pilar Morais Moreira acusa João Bráulio Faria de Vilhena Filho de agredi-la após uma festa de réveillon

Erica Cristina
Por Erica Cristina
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Justiça concede medida protetiva a empresária agredida pelo namorado em Nova Lima
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A Justiça de Minas Gerais concedeu, nesse domingo (4), medida protetiva à empresária Pollyana Pilar Morais Moreira, de 25 anos. Ela acusa de agressão o namorado João Bráulio Faria de Vilhena Filho, de 33.

O caso ocorreu após uma festa de réveillon em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo o boletim de ocorrência, a mulher relatou que foi agredida e forçada a manter relação sexual.

Pollyana disse que João Bráulio a jogou no chão, atingiu-a com socos e chutes e rasgou suas roupas. Ferida, ela fugiu, pediu ajuda ao porteiro do prédio e procurou atendimento médico no Hospital Vila da Serra. O namorado evadiu.

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Segundo a vítima, a briga começou após o desprendimento de uma peça de cinco centímetros de um guarda-roupa do apartamento do homem. Depois, o agressor tentou impedi-la de sair do imóvel e exigiu que ela consertasse o móvel.

Além das agressões, o suspeito tentou impedir a mulher de deixar o local e ameaçou agredir familiares dela.

Medida protetiva concedida

“A vítima relata que o autor apresentava comportamento controlador, agressivo e ciumento, acompanhando-a por mensagens, aplicativos e redes sociais, restringindo contatos com amigos, monitorando sua localização e acessando dados pessoais, incluindo senhas de banco”, considerou a juíza Paula Murça Machado Rocha Moura, da Central de Plantão de Belo Horizonte (CEPLAN).

“Durante o relacionamento, o autor já havia praticado agressões verbais frequentes, humilhando e intimidando a vítima, além de ter histórico de uso de drogas”, acrescentou a magistrada.

Paula Murça Machado Rocha Moura afirmou haver “indícios da existência dos fatos descritos em desfavor do requerido”. Por isso, aplicou as seguintes medidas protetivas em favor da vítima:

Proibição de aproximação da ofendida a menos de 200 (duzentos) metros;

Proibição de fazer qualquer tipo de contato com a requerente, por qualquer meio de comunicação, especialmente através de celular, mensagens ou de redes sociais, salvo por meio de advogado ou defensor.

Saiba como denunciar

Casos de violência doméstica podem ser denunciados pelo telefone 190, em situações de emergência, ou pelo Disque 180, que funciona 24 horas por dia e oferece orientação e encaminhamento para a rede de proteção às mulheres.

FONTE/CRÉDITOS: Itatiaia
Erica Cristina

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Erica Cristina

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